quinta-feira, novembro 29, 2012
quinta-feira, agosto 23, 2012
Resiliência
No final, o que importa mesmo é ter Resiliência para recomeçar e tentar de novo e de novo, e de novo...
quinta-feira, agosto 16, 2012
Por mim, pode acabar o mundo em 2012
No final das contas, apesar da brincadeira sobre resoluções de ano novo, eu havia definido apenas 3 objetivos para mim este ano, todos perfeitamente factíveis. Hoje, foi confirmado derradeiramente que um dos objetivos já não é mais atingível. E os outros 2 estão com chances remotas de se concretizarem. Por mim, 2012 já era, ficou como o ano que não foi.
quinta-feira, abril 19, 2012
Pop art
Artista plástico e visitante lado a lado em frente a uma instalação.
- O que é isso?
- É uma releitura dessa coisa do imediatismo urbano, confrontando os valores perenes do alterego inconsciente de cada um de nós... É pop art contemporânea multicultural vanguardista utópica.
- Pra mim parece um bambu enfiado num vaso com areia.
- Você conhece arte?
- Conheço o que não é arte...
- O que é isso?
- É uma releitura dessa coisa do imediatismo urbano, confrontando os valores perenes do alterego inconsciente de cada um de nós... É pop art contemporânea multicultural vanguardista utópica.
- Pra mim parece um bambu enfiado num vaso com areia.
- Você conhece arte?
- Conheço o que não é arte...
segunda-feira, abril 16, 2012
Ella, em pessoa: a voz
Hoje é dia mundial da voz. Parabéns a todos os meus amigos e amigas que cantam, entoam, narram, declamam e usam a voz de forma criativa e bela. E nada melhor para marcar esta data do que ouvir Ella, a voz em pessoa. Enjoy!
domingo, abril 08, 2012
Lollapaputaqueopriu...
Eu sempre fui meio fresco no que diz respeito a shows de banda ao vivo. Não que eu não goste de concertos ao vivo, ao contrario, é minha preferência. Mas as pessoas exageradamente empolgadas, os fãs fervorosos, os inconvenientes, as filas, os flanelinhas, tudo isso acaba transformando o espetáculo em um martírio.
Agora, vivemos não apenas a era das grandes aglomerações em grandes concertos mas também os festivais nunca foram tão superlativos. São sempre mais de 20 shows, em 5 palcos, com dezenas de milhares de pessoas. E de forma proporcional, aparecem os malas, os espaçosos, os sem-noção, agora em escala industrial.
Estava hoje vendo pela TV o Lollapalloza. Os concertos em si foram interessantes e variados. Mas a quantidade de figuras esquisitas que predominaram no festival me deram um certo cansaço, mesmo à distância. Eu sempre me pego imaginando como seria estar lá no meio e quanto eu estaria curtindo o show considerando todo o entorno de aporrinhação. O próprio dono do festival parecia ser um freak que vive há 40 anos de festas, bebidas e drogas. E falou do Brasil como se fosse uma Disney dos festivais. Sei que faz parte do pacote, mas me deu um cansaço enorme de ver aquela entrevista e desisti até de continuar vendo os shows.
Cada vez mais me parecem bons os concertos vistos pela TV. Só não me sinto velho porque sempre pensei desta forma. Viva a pipoca e o controle remoto.
Agora, vivemos não apenas a era das grandes aglomerações em grandes concertos mas também os festivais nunca foram tão superlativos. São sempre mais de 20 shows, em 5 palcos, com dezenas de milhares de pessoas. E de forma proporcional, aparecem os malas, os espaçosos, os sem-noção, agora em escala industrial.
Estava hoje vendo pela TV o Lollapalloza. Os concertos em si foram interessantes e variados. Mas a quantidade de figuras esquisitas que predominaram no festival me deram um certo cansaço, mesmo à distância. Eu sempre me pego imaginando como seria estar lá no meio e quanto eu estaria curtindo o show considerando todo o entorno de aporrinhação. O próprio dono do festival parecia ser um freak que vive há 40 anos de festas, bebidas e drogas. E falou do Brasil como se fosse uma Disney dos festivais. Sei que faz parte do pacote, mas me deu um cansaço enorme de ver aquela entrevista e desisti até de continuar vendo os shows.
Cada vez mais me parecem bons os concertos vistos pela TV. Só não me sinto velho porque sempre pensei desta forma. Viva a pipoca e o controle remoto.
terça-feira, abril 03, 2012
Relatividade
A felicidade é mesmo muito particular e relativa. Para o cigano, felicidade é ver a filha adolescente destruir um dente bom para colocar uma coroa de ouro.
domingo, abril 01, 2012
Post atrasado, sem graça e divino
Atrasado porque vou comentar notícias de duas semanas atrás: as mortes de Chico Anísio e Millor Fernandes. Duas grandes perdas para nossas artes, sobretudo para nosso humor.
Por essa perda, o post é sem graça, já que não dá pra fazer piada sobre a morte e sobre a tristeza.
E divino por causa da conclusão que pretendo tirar a partir da proximidade das duas mortes. Para levar Chico e Millor numa mesma semana, será que Deus estava precisando de ajuda para rir?
Por essa perda, o post é sem graça, já que não dá pra fazer piada sobre a morte e sobre a tristeza.
E divino por causa da conclusão que pretendo tirar a partir da proximidade das duas mortes. Para levar Chico e Millor numa mesma semana, será que Deus estava precisando de ajuda para rir?
Quanto mais quente (e idiota) melhor
Li nesta reportagem do Estadão que a nova febre (literalmente, vocês vão entender por quê) em Nova Iorque é que as academias de ginástica estão aumentando a temperatura das salas de aula para transformar a experiência esportiva em uma atividade mais extrema.
Os adeptos desta moda praticam as mais variadas modalidades esportivas sob temperaturas que chegam a 43 graus celsius. Eles garantem que a musculatura fica mais flexível, economizam tempo com o aquecimento e experimentam uma desintoxicação sem precisarem de sauna a vapor.
Ao mesmo tempo, ignoram os prejuízos do aumento exagerado da temperatura corporal e dos riscos a que ficam expostos por ficarem sujeitos a desidratação.
Quem me conhece sabe que não sou adorador de práticas esportivas, muito menos das radicais. Mas acho que as pessoas estão ficando cada vez mais idiotas. Essa necessidade de viver tudo de forma extrema, de fazer as coisas de forma multitarefa, de transformar todas as situações em demonstrações de atitude já começam a dar sinais de saturação.
Espero ver o tempo em que esse exagero vai ser percebido e ridicularizado por uma nova geração que traga de volta a ponderação como valor central das decisões em sociedade.
Os adeptos desta moda praticam as mais variadas modalidades esportivas sob temperaturas que chegam a 43 graus celsius. Eles garantem que a musculatura fica mais flexível, economizam tempo com o aquecimento e experimentam uma desintoxicação sem precisarem de sauna a vapor.
Ao mesmo tempo, ignoram os prejuízos do aumento exagerado da temperatura corporal e dos riscos a que ficam expostos por ficarem sujeitos a desidratação.
Quem me conhece sabe que não sou adorador de práticas esportivas, muito menos das radicais. Mas acho que as pessoas estão ficando cada vez mais idiotas. Essa necessidade de viver tudo de forma extrema, de fazer as coisas de forma multitarefa, de transformar todas as situações em demonstrações de atitude já começam a dar sinais de saturação.
Espero ver o tempo em que esse exagero vai ser percebido e ridicularizado por uma nova geração que traga de volta a ponderação como valor central das decisões em sociedade.
sábado, março 17, 2012
Primeiro do ano (da semana)
Tenho andado longe do blog, mais por falta de inspiração que por falta de tempo. Mas como tudo na vida depende de disciplina, adotei uma nova estratégia: fazer um post, no mínimo, por semana, haja o que houver. Se faltar inspiração, o post vai sair com pouco a dizer mesmo, mas vai sair. É um jeito de não perder a mão, mesmo que o resultado não seja empolgante. Até porque o que promove a qualidade é o exercício constante e não um insight genial. Por agora, era só isso: um comunicado.
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