VERSÃO CRÔNICA:
O Diretor do FMI volta de uma reunião cansativa, precisando de um banho e uma boa noite de sono. O hotel não é seu preferido por causa do serviço de quarto ruim, mas era o único ainda com vagas disponíveis durante o período da conferência. Ele entra no elevador rezando para que pelo menos naquele dia exaustivo ele encontre a cama arrumada como ele gosta.
Mas a sorte nem sempre acompanha os executivos e a cama estava pior do que nunca. Metade do lençol enfiada debaixo do colchão, deixando pouco pano para cobrir o rosto. A colcha por cima do cobertor. Tudo errado. Mas neste dia o Diretor encontra a camareira saindo de seu quarto e tomado por um surto de indignação, ele resolve reclamar duramente com a profissional.
- You know what? You SUCK!
A camareira não domina o idioma do executivo, mas conhecia algumas palavras que seu filho a ensinara. E aprendera o significado daquele termo por causa dos filmes-pornô que encontrava vez ou outra em exibição nos quartos de hóspedes incautos.
- I suck?, tenta confirmar a moça.
- Yes, yes, you definitely SUCK!
- Ai, moço... but... now?
- Well, YOU SUCK NOW and every other time you do MY BED!
No fundo o líder do Fundo só estava vivendo um dia difícil e não conteve sua revolta. Mas afirmar que ele teria tentado abusar da camareira, isso é intriga internacional...
VERSÃO TWITTER:
Estão dizendo que o Diretor do FMI não tinha gostado da qualidade do trabalho da camareira do hotel e teria dito: "you suck!". Foi a moça que entendeu tudo errado. Aí sim...
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quarta-feira, maio 18, 2011
domingo, fevereiro 13, 2011
Na minha mão é mais barato!
O Egito está passando por uma transformação importante em sua história. Como tantos outros países, vai sofrer um bocado e viver muita instabilidade no caminho da plena democracia. Hoje o Museu do Cairo, que tive a oportunidade de conhecer há meia década, foi saqueado e várias peças de Tutan Kumon foram subtraídas do acervo. Minha dúvida é: pra quê? O que o sujeito vai fazer com essas peças? Vender pra turista como réplica?
terça-feira, janeiro 11, 2011
Pressa é o cacete!
Já vi de tudo no trânsito vindo de gente com pressa, tentando aproveitar o tempo de traslado para antecipar atividades cotidianas - ler jornal, fazer maquiagem, falar no celular, comer... até transar (e não era eu). Hoje vi um sujeito se exceder: ele estava escovando os dentes no volante, com o carro em movimento, a 70 km/h, na Av. 23 de Maio. Não vi ele cuspir nada para fora e logo em seguida ele estava fumando. Não entendi como, mas deve ter dado um prazer danado para o sujeito, já que ele já estava soltando fumaça na sequencia...
quarta-feira, outubro 13, 2010
Finalmente, a luz!
Resgataram com sucesso os 33 MINEIROS que estavam soterrados no Chile. Houve muito esforço, comemoração e discursos acalorados. Só não foi esclarecido por que que um banco de gente sai lá de Minas Gerais para se enfiar num buraco tão fundo em outro país... Que gente sem noção! Isso é resultado de burrice com falta de informação...
quinta-feira, setembro 23, 2010
Oscar 2011
Antes mesmo de começar a disputa pelo maior prêmio do cinema internacional, o Brasil começou com palhaçada. O filme que vai representar nosso país na categoria "Melhor Filme Internacional" é "Lula, o filho do Brasil".
A produtora do filme, Paula Barreto, adorou a notícia (claro!), alegando que "finalmente o filme foi visto como o que é: nada além de uma boa história, um bom filme". Entendo a felicidade da produtora, que apesar de suspeita é uma profissional dedicada, que almeja o sucesso. Mas não poderia discordar mais dela.
Um filme sobre um presidente da república, qualquer que seja, não é apenas um filme. Em se tratando do Lula, particularmente, menos ainda. Em primeiro lugar, uma biografia de uma figura política ainda viva é, mesmo que não intencionalmente, uma peça política, que alimenta amores e ódios de todo tipo. Sendo o Lula uma figura carismática e ainda atuante, piora muito o cenário. Sendo um sujeito sem estudos que ganhou o poder, ainda pior. Sendo o presidente o maior garoto propaganda da candidata petista à renovação do cargo, aí não tem desculpa mesmo: não é mesmo apenas um filme; é, na melhor das hipótese, oportunismo político.
Se o filme é bom, não sei, porque não tive a menor vontade de assistir (assim como dezenas de pessoas que conheço). Todo brasileiro conhece a história dele e a menos que fossem desvendadas facetas desconhecidas do protagonista, o que não acontece na película, a curiosidade pela história é baixíssima. Basta dizer que o filme foi um fracasso de bilheteria (apenas 1 milhão de ingressos, bem menos que outros concorrentes brasileiros), porque concorreu com "gente grande" (Avatar) e foi colocado nas salas de exibição em ano de eleição.
O argumento a favor da escolha é, ao meu ver, fraco. Dizem que o filme desperta o interesse dos estrangeiros, porque é um épico, mostra uma história de superação. Também chama a atenção porque custou muito pouco (US$ 6 milhões) e foi rodado muito rápido (8 semanas). Mais uma vez, investimos em nossa imagem internacional pautados pela cultura do "pobre, porém limpinho": história de homem simples que chegou lá, feita com recursos escassos, com muito sacrifício, sem reconhecimento do público, nem da crítica, mas, pôxa, pelo menos saiu e representou o país! Que coisa mais brasileira, né, gente?
Embora eu me compadeça da esperança da Paula Barreto, que acredita que a indicação favoreça a recuperação do diretor do filme, Fabio Barreto, de um coma em que se encontra por causa de um acidente desde antes da estréia do filme, não consigo ficar feliz com nosso representante no Oscar. Lamento politica e artisticamente. Preferia um filme que mostrasse que o Brasil pode se destacar por ter coisas boas e não por ter exceções pitorescas. Preferia um cinema mais argentino (e olha que eu sou dos que mais assistem filmes nacionais).
O pior é que com o "rabo" que o Lula tem, é capaz de a gente ganhar a estatueta!
A produtora do filme, Paula Barreto, adorou a notícia (claro!), alegando que "finalmente o filme foi visto como o que é: nada além de uma boa história, um bom filme". Entendo a felicidade da produtora, que apesar de suspeita é uma profissional dedicada, que almeja o sucesso. Mas não poderia discordar mais dela.
Um filme sobre um presidente da república, qualquer que seja, não é apenas um filme. Em se tratando do Lula, particularmente, menos ainda. Em primeiro lugar, uma biografia de uma figura política ainda viva é, mesmo que não intencionalmente, uma peça política, que alimenta amores e ódios de todo tipo. Sendo o Lula uma figura carismática e ainda atuante, piora muito o cenário. Sendo um sujeito sem estudos que ganhou o poder, ainda pior. Sendo o presidente o maior garoto propaganda da candidata petista à renovação do cargo, aí não tem desculpa mesmo: não é mesmo apenas um filme; é, na melhor das hipótese, oportunismo político.
Se o filme é bom, não sei, porque não tive a menor vontade de assistir (assim como dezenas de pessoas que conheço). Todo brasileiro conhece a história dele e a menos que fossem desvendadas facetas desconhecidas do protagonista, o que não acontece na película, a curiosidade pela história é baixíssima. Basta dizer que o filme foi um fracasso de bilheteria (apenas 1 milhão de ingressos, bem menos que outros concorrentes brasileiros), porque concorreu com "gente grande" (Avatar) e foi colocado nas salas de exibição em ano de eleição.
O argumento a favor da escolha é, ao meu ver, fraco. Dizem que o filme desperta o interesse dos estrangeiros, porque é um épico, mostra uma história de superação. Também chama a atenção porque custou muito pouco (US$ 6 milhões) e foi rodado muito rápido (8 semanas). Mais uma vez, investimos em nossa imagem internacional pautados pela cultura do "pobre, porém limpinho": história de homem simples que chegou lá, feita com recursos escassos, com muito sacrifício, sem reconhecimento do público, nem da crítica, mas, pôxa, pelo menos saiu e representou o país! Que coisa mais brasileira, né, gente?
Embora eu me compadeça da esperança da Paula Barreto, que acredita que a indicação favoreça a recuperação do diretor do filme, Fabio Barreto, de um coma em que se encontra por causa de um acidente desde antes da estréia do filme, não consigo ficar feliz com nosso representante no Oscar. Lamento politica e artisticamente. Preferia um filme que mostrasse que o Brasil pode se destacar por ter coisas boas e não por ter exceções pitorescas. Preferia um cinema mais argentino (e olha que eu sou dos que mais assistem filmes nacionais).
O pior é que com o "rabo" que o Lula tem, é capaz de a gente ganhar a estatueta!
sexta-feira, setembro 17, 2010
Sinal dos tempos (em tempo)
Canal: MTV
Prêmio: VMB 2010
Resultado: RESTART leva 5 prêmios (todos os que estavam concorrendo)
(Repito: CINCO PRÊMIOS!)
Próximo passo da "banda": Estão gravando em Espanhol, para incomodar todos os nossos hermanos e mostrar que quando brasileiro decide fazer merda, não tem pra ninguém.
É o fim definitivo da música brasileira... e latinoamericana.
Prêmio: VMB 2010
Resultado: RESTART leva 5 prêmios (todos os que estavam concorrendo)
(Repito: CINCO PRÊMIOS!)
Próximo passo da "banda": Estão gravando em Espanhol, para incomodar todos os nossos hermanos e mostrar que quando brasileiro decide fazer merda, não tem pra ninguém.
É o fim definitivo da música brasileira... e latinoamericana.
Sinal dos tempos (revival)
Canal: MTV
Prêmio: VMB 2010
Categoria: Artista do ano
(Repito: ARTISTA DO ANO)
Vencedor: Restart
(Repito: RESTART)
É o fim definitivo da música brasileira.
Prêmio: VMB 2010
Categoria: Artista do ano
(Repito: ARTISTA DO ANO)
Vencedor: Restart
(Repito: RESTART)
É o fim definitivo da música brasileira.
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